we projects
lindley warren é uma americana de 21 anos que tem projetos incríveis envolvendo jovens fotógrafos do mundo todo. com o nome de “we projects” ela inventou o “the one we love” e o “where we’re from”
no the ones we love a idéia era que cada fotógrafo mandasse seis fotos da pessoa mais importante para eles, em locações externas. ai vai uma pequena amostra.






e no “where we’re from” a idéia é que cada fotógrafo mostre um pouco do lugar onde cresceu ou onde se sinta em casa. ai vai uma pequena amostra.






e não para por ai…tem também o photographic dictionary - no qual cada fotógrafo diz em imagens o que as coisas significam.

art - por jan postma

cold - por seth ramirez

lost - jennilee marigomen
não é um talento de menina?!!!
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dani de lamare |
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18 de novembro de 2009 às 12:28
lé com cré - mulheres

a tirinha acima roubei do blog do armando antenore e fala da impossibilidade de satisfazer as mulheres…josé paulo paes sugere um caminho no poema carta de guia.
carta de guia
I
nossa vida
construímos
a cada passo,
a cada minuto, a cada esquina,
de mão unidas.
II
sempre teu rosto e o crepúsculo.
em teus olhos a viagem das nuvens
é um estranho presságio
que evito decifrar.
III
caminhemos
sem perguntas
como os suicidas
que jamais indagam
a profundidade do abismo.
IV
sob a chuva de verão,
contra as colunas da lei,
sobre o corpo do soldado,
com o estandarte rasgado
de qualquer revolução.
V
vivemos, dora, na certeza
de sermos amanhã
o que ontem não fomos.
* poesia completa - josé paulo paes - companhia das letras
Tags: carta de guia, josé paulo paes
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dani de lamare |
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10 de novembro de 2009 às 14:40
ao cubo
vídeo ótimo da intervenção urbana feita pela nova geração daniel scandurra, juliana de lamare e luzi.
Tags: daniel scandurra, intervenção urbana, juliana de lamare, luzzi
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dani de lamare |
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9 de novembro de 2009 às 12:57
ladyfingers # 3
como disse aqui, estava sem poder postar. por conta disso chamei a eli pra postar no meu lugar e ela se animou tanto que entrevistou 10 minas artistas que são puro ouro. então coloco aqui uma por semana.
por eliane testone
carla barth nasceu em porto alegre, onde cresceu embebida em atmosfera artística, por influência de seus pais (também artistas), e estudou desenho e escultura. Hoje vive e trabalha em são paulo e segue produzindo e aprendendo principalmente com seus amigos, muitos deles artistas, a arte de fazer arte e com quem divide paredes de ateliê e galerias vez ou outra. mergulhada em referências desprentenciosas e genuínas, naïf e outsider, se inspira também nas criações de antigas civilizações. o universo representado por carla é no mínimo curioso. as figuras criadas por ela levam a um mundo fantástico, colorido e permeado de criaturas e elementos que dançam aos olhos como músicas vibrantes e animadas. animadas aqui no sentido de vivas mesmo. vivacidade, intensidade e força. acho que é por aí que te convido a entrar para este mundo positivo e criativo de carla barth. confira abaixo uma fatia deste mundo.

gato no mato

holy montain

sem título
01- uma menina de ouro que te infuenciou como artista e uma artista de ouro que você admira no momento:
- pippi longstocking (personagem que dá título à uma série de livros infanto-juvenis da autora sueca astrid lindgren). na música, cindy lauper e madonna. no momento admiro a italiana asia argento, diretora de cinema e atriz. gosto também da artista mexicana frida kahlo e maya deren, que foi uma teórica cinematográfica, coreógrafa, dançarina, poeta, escritora e fotógrafa.
02 - uma pintura /obra que te deixa feliz e uma que te traz melancolia:
- alegria: a casa de mariduque, 1970, do colombiano botero melancolia: o filme: nós que aqui estamos por vós esperamos, brasil, 1998, dirigido por marcelo masagão.
03 uma pintura obra que representa o dia e uma que representa a noite:
- dia: the blind Girl, de sir john everett millais
noite: gypsy, de henri rousseau
04 uma música boa para desenhar / criar:
- john frusciante e beatles.
05 um livro que mudou sua vida:
- o buda: nos jardins de jetavana, de enio burgos, ou o homem e seus símbolos, de carl gustav jung.
06 um filme que te inspira:
- the holy mountain, de alejandro jodorowsky
07 um lugar pra viver:
- são francisco, califórnia, aonde morei quando criança.
08 material/ suporte que mais gosta para trabalhar:
- profissionalmente acrílica sobre tela. por prazer, misturar de tudo: lápis, aquarela, tintas variadas sobre papel… adoro desenhar descompromissada.
09 uma alimento para o corpo e uma para a mente:
- dançar; livros
10 uma palavra que te lembra arte e uma que te faz esquece-la
- liberdade poética e sonhos me fazem lembrar. publicidade, cliente e briefing me fazem esquecer.

eli
eliane “repentina” testone gosta de desenhar na guitarra, no papel, no computador e no vento. é designer gráfica mas de repente pode aparecer fotografando ou tocando alguma música ou estrelinha por aí.
www.flickr.com/photos/elianetestone
*”ladyfingers” é nome de uma música do último disco das luscious jackson, uma das bandas mais legais que já existiu formada apenas por mulheres.
Tags: carla barth, eliane testone, ladyfingers
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dani de lamare |
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5 de novembro de 2009 às 19:30
do caralho!
assisti ontem ao filme “pixo” de jõao wainer e roberto t. oliveira na 33 mostra internacional de cinema de são paulo e sai emocionada. não apenas porque o documentário é um registro precioso sobre algo que é na essência efêmero, mas também pela oportunidade de ver os pichadores comentando e contando sua história, o que mostra que eles sabem muito bem o que estão fazendo e tem uma reflexão a respeito. o assunto já está em pauta desde a pichação da faculdade de bellas artes em junho do ano passado e a pichação do pavilhão da bienal do vazio , que foi pintado na sequência(ambos registrados no filme).
joão mandou bem porque não ficou na discussão de se o “pixo” é arte ou não e focou na expressão de uma parcela da população (em sua maioria) que não tem voz alguma e ainda assim insiste em falar (mesmo que de forma controversa, paradoxal, agressiva etc… ) bonito pra caralho!
a trilha feita por ice blue e tejo (coletivo Instituto) conta com faixas inéditas dos racionais ( que pela primeira vez liberam o uso de uma música pro cinema), do sabotage e jorge du peixe que tem uma letra linda de morrer. a direção de arte é do alexandre orion (artista que “grafitou” o túnel da av. rebouças com caveiras limpando a poluição) .
segue o link do blog jõao falando a respeito do “pixo” e de um post muito bom que a rê simões fez no seu blog quando o filme estreou na exposição né dans la rue (nascido na rua), da fondation cartier pour l’art contemporain, em paris .
se tudo correr bem o filme deve estrear no circuito e em dvd e é imperdível.
aqui vai um teaser com 10 min de “pixo”.
Tags: joão wainer, né dans la rue, pichação, pichação belas artes, pichação bienal, pixo
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dani de lamare |
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3 de novembro de 2009 às 18:15
paz querendo trégua.
desde de que ví o novo vídeo “eu tou cansado dessa merda” da banda eddie estou pensando o que falar a respeito pra colocar aqui no blog…mas, como na maioria das vezes quando a obra é muito forte, fala por si.
só consigo dizer que achei lindo, de uma sensibilidade e autenticidade impressionantes de helder santos e camilla loyolla e cherryplus que assinam direção, roteiro, edição e animação do filme.
Tags: banda eddie, camilla loyola, eu tou cansado dessa merda, helder santos
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dani de lamare |
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30 de outubro de 2009 às 14:27
dramolexia.
conheci o trabalho da cibele lucena na casa da lapa (coletivo multimídia que faz várias coisas legais em sp) e simplesmente adoro o seu “dicionário de deslirações”. ai vai a definição dela:
” O “dicionário” é a metáfora que orienta o trabalho: uma coleção ilustrada de verbetes imaginários;o processo de “dar nome” surge da observação das experiências cotidianas e compartilhadas. ”
deixo meus dois verbetes prediletos:
dra.mo.le.xia (lat nodu mentalis) sf 1 Redução ou perda da força verbal por ornato em forma de nó; 2 Laço de extremidades frouxas; diz-se quando a palavra não transforma-se imediatamente em realidade; 3 sensação de estorvo; transbordamento; 4 demasiada tagarelice; informação excessiva: com a menor diferenciação, as coisas se afastam mais do que o céu e a terra [1]; 5 enclausurados compartimentos da razão: até quando terei de ouvir o gotejar na tina d’água?[2]
notas:
1. do poema shinjinmei (a confiança na mente), de sosan, terceiro patriarca, séc. VI.
2. bananeira na tormenta/por toda noite terei de ouvir/o gotejar na tina d’água?

cibele lucena
con.fi.an.to (lat cantu confidentia) sm 1 planação em pulsações metasonoras; 2 que leva a passos musicais, gestos de pássaros; 3 entrega aos gorgeios interexternos; 4 vibrante sintonia com o céu.

cibele lucena
para ver todos os verbetes é só ir lá.
Tags: casa da lapa, cibele lucena, dicionário de deslirações
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dani de lamare |
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28 de outubro de 2009 às 9:00
ladyfingers #2
como disse aqui, estava sem poder postar. por conta disso chamei a eli pra postar no meu lugar e ela se animou tanto que entrevistou 10 minas artistas que são puro ouro. então coloco aqui uma por semana.
por eliane testone
patricia colli, mais conhecida como pacolli, vive e trabalha em pinheiros, são paulo. com exposições no brasil e fora, também faz parte do coletivo de arte human pyramids. colore o mundo com seus desenhos, zines e pinturas sutis, tristes e dóceis. mais do que melancolia, pacolli exalta sua sensibilidade através de desenhos acompanhados de textos que fazem refletir sobre amor e dor, relacionamentos, amizade, convivência, solidão, desilusões, arrependimentos e esperança – ou seja, fala da vida como ela é. além de toda sua produção inquieta, pacolli organiza bazares chamados “vendinha”, onde rolam shows e festinhas e são vendidas camisetas com seus desenhos estampados em serigrafia, pôsteres, zines e trabalhos de outros artistas também.

summer lies - serigrafia 2008

whales don't want to be saved - papel sobre madeira 2009

exposição art trek - antuerpia 2009
01- uma menina de ouro que te infuenciou como artista e uma artista de ouro que você admira no momento:
- adoro a julie delpy, uma grande escritora, diretora, cantora e compositora.
uma artista de ouro que conheci pessoalmente há pouco tempo é minha amiga ephameron, artista belga ultra talentosa. expõe, faz curadorias, publica livros, zines e pôsteres. fico impressionada com a força que ela tem e admiro muito o seu trabalho e a pessoa que ela é.
02 - uma pintura /obra que te deixa feliz e uma que te traz melancolia:
- geralmente as duas coisas se misturam pra mim, mas sempre que assisto um filme do john waters fico bem feliz. e quando vejo um desenho ou pintura do michael sieben bate uma melancolia.
03 uma pintura obra que representa o dia e uma que representa a noite:
- os trampos do carlinhos aka ASA aka carlos dias me lembram o dia, aquela tardinha no bairro, rolê de bike mascando um chiclete.
o charles burns é noite, meio óbvio por causa do (HQ) black hole, mas a vibe dele é noite.
04 uma música boa para desenhar / criar:
- blue line swinger, do yo la tengo.
05 um livro que mudou sua vida:
life after god, douglas coupland.
- 06 um filme que te inspira:
- whatever works, woody allen.
07 um lugar pra viver:
- são francisco, califórnia.
08 material/ suporte que mais gosta para trabalhar:
- gosto mesmo é de papel e caneta, mas tenho feito vários trabalhos em madeira.
09 uma alimento para o corpo e uma para a mente:
-pizza e amor.
10 uma palavra que te lembra arte e uma que te faz esquece-la
-me lembra arte: liberdade.
me faz esquecer arte: falta de sinceridade.

eli
eliane “repentina” testone gosta de desenhar na guitarra, no papel, no computador e no vento. é designer gráfica mas de repente pode aparecer fotografando ou tocando alguma música ou estrelinha por aí.
www.flickr.com/photos/elianetestone
*”ladyfingers” é nome de uma música do último disco das luscious jackson, uma das bandas mais legais que já existiu formada apenas por mulheres.
Tags: human pyramids, ladyfingers, pacolli, patricia colli
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dani de lamare |
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23 de outubro de 2009 às 16:22
me põe pra funcionar
já conhecia um pouco do trabalho do rubinho jacobina por causa da música dr. sabe tudo, que já pulei muito nos shows da orquestra imperial. mas ontem tive a chance de assistir a um show dele com sua banda “força bruta” (marcelo callado, bartolo, bubu e pedro sá) e achei muuuuuuito bom! amo a música “meu gato morreu”
“meu gato morreu, pulou da janela, o culpado fui eu, a culpada foi ela
ele só não queria, viver como vivia, e por isso escolheu morrer como podia”
liiiiindo! dá pra ouvir no myspace
a música “nega”
“me tira do varejo, me bota no lugar , me toca mais um beijo , me põe pra funcionar”
e simone
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dani de lamare |
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22 de outubro de 2009 às 11:29
sen-chá-cional!
não bebo café, meio anti social, eu sei. em compensação, amo chá. infelizmente aqui no brasil ninguém da muita bola pra esse meu prazer. é muito difícil um restaurante servir chás com sabores diferentes, mais elaborados ou naturais. geralmente são aqueles bem normais de saquinho. para a maioria aqui, chá é só remédio! entendo super, mas para quem gosta do assunto como eu, tenho uma dica.
esse fim de semana fui no ping-pong - restaurante chinês especializado em dim sums - uma delícia. mas o melhor do almoço ficou para o final, foi uma ótima surpresa. eles tem um menu de chás maravilhosos! pedi um flowering tea, que vem com uma flor dentro. além de super saboroso, é lindo de morrer. todos os cafézinhos ficaram com inveja.

flowering teas

cardápio de chás do restaurante ping-pong
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ana strumpf |
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20 de outubro de 2009 às 19:55
pichuquinha ou gata?
muito já se falou da cafonice dos apelidos carinhosos inventados ou trocados por namorados e casais apaixonados, ou casados há anos. a forma como se formam e vão se derivando se modificando ou se mantendo, a meu ver daria uma pesquisa interessantíssima de linguagem. agora no extremo oposto dos apelidos carinhosos , estão as formas generalizantes de tratar o sexo oposto no momento do flerte. por exemplo: gata, gatinha, meu bem, mina, babe, gato, nego ou o que quer que o valha que demonstre que o cidadão ou a cidadã em questão não percebeu ainda que tem diante de si um pessoa única, e por uma leve preguiça do olhar, ou por mera falta de criatividade encaixa o pobre do outro numa função social transitória. eita vício chato (e antigo) da pós modernidade! gente, até o starbucks já percebeu os beneficios de chamar pelo nome próprio. você chega lá impune, pede um cafezinho, e ouve alguém dizer “daniela, o seu pedido” . nos dias de hoje dá até uma crise de identidade ouvir o próprio nome dito assim com uma intimidade alheia. pena que na hora da intimidade mesmo, o daniela escorre, e acorre o gata, gatinha , nega , meu bem, quase gastos. é por essas e outras que adoro o pixuquinha, zuca, moki, bunito,toro, guti-guti, aazito,tchuqui ,pixuquitos, titico, pretinha e afins…são cafonas, porém autênticos!
me entendam bem, um gata, meu bem, babe bem colocados -mas tem que ser bem colocados- ainda são bem vindos!
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dani de lamare |
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17 de outubro de 2009 às 15:04
ladyfingers # 1
como disse aqui, estava sem poder postar, mas semana que vem estou de volta. por conta disso chamei a eli pra postar no meu lugar e ela se animou tanto que entrevistou 10 minas artistas que são puro ouro. então coloco aqui uma por semana.
por eliane testone
luciana araujo vive e trabalha em são paulo. formada em artes pela faap, pinta, desenha, ilustra e também desenvolve peças para sua marca rock chick design. impossível não ser levado para o mundo negro, mágico e encantador de luciana,com sua temática meninas-bichos-rock and roll.

werewolf - nanquim sobre papel tingido 2009
as obras da artista comentam a condição humana, a destruição do mundo pelos homens e sua própria auto-destruição, a falta de sentido das coisas, os sofrimentos em vão, as lutas pelo poder, as dores e a ira rockn’n’roll. seus desenhos e pinturas muitas vezes nos levam a pensar a selvageria do reino animal e do reino humano versus a simplicidade e fragilidade de nossa própria natureza.

pin-up legs - nanquim sobre papel tingido 2009

the greatest - nanquim sobre papel tingido 2009
mini ping de ouro com Luciana Araujo :
01- uma menina de ouro que te infuenciou como artista e uma artista de ouro que você admira no momento:
- a artista frida kahlo e a cantora björk .
02 - uma pintura /obra que te deixa feliz e uma que te traz melancolia:
- qualquer obra do (gustav) klimt ou anish kapoor me deixam feliz. já as fotografias de nan goldin dão nó na garganta.
03 uma pintura obra que representa o dia e uma que representa a noite:
- dia: matisse. noite: edvard munch.
04 uma música boa para desenhar / criar:
- the smiths , morrissey.
05 um livro que mudou sua vida:
- a cartilha de alfabetização.
06 um filme que te inspira:
- anticristo, de lars von trier.
07 um lugar pra viver:
- meu coração ou o mar.
08 material/ suporte que mais gosta para trabalhar:
- papel, nanquim… depende do humor, da idéia.
09 uma alimento para o corpo e uma para a mente:
- água e música.
10 uma palavra que te lembra arte e uma que te faz esquece-la
- amor. a gente não esquece!

eli
eliane “repentina” testone gosta de desenhar na guitarra, no papel, no computador e no vento. é designer gráfica mas de repente pode aparecer fotografando ou tocando alguma música ou estrelinha por aí.
www.flickr.com/photos/elianetestone
*”ladyfingers” é nome de uma música do último disco das luscious jackson, uma das bandas mais legais que já existiu formada apenas por mulheres.
Tags: ladyfingers, luciana araujo, luscious jackson
por
dani de lamare |
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sou jornalista e editora de fotografia da revista Gloss. já estudei teatro, moda e letras e esse pupurri (pra não dizer confusão!) me fez descobrir que uma das coisas que mais gosto na vida é arte. um quadro, uma foto, uma frase que expressa uma sensação que a gente nem sabia que tinha! arte “aplicada”, que deixa a vida mais colorida. aqui divido as cores de tudo de legal que encontrar por ai.









