Mojito
eu adoro mojito, é um dos meus drinks prediletos, não empapuça como a caipirinha, desce super bem e é mega refrescante. sem falar que o run da uma loucurinha delicia. No melhor clima cubano, rola até dançar uma salsa!
os ingredientes são super fácil de se encontrar. as vezes é difícil achar o run bacardi, mas o montilla tem em todo lugar. sempre tento fazer com hortelã, mas se não tiver, pode trocar por outra erva aromática, como capim limão, erva cidreira e a citronela, que também funcionam.
como todo bom drink, ele tem os truques de preparo, mas é simples. coloque 1 colher de sobremesa não muito cheia de açúcar em um copo alto, acrescente sete folhas de hortelã e macere bem, o granulado do açúcar vais fazer que o hortelã solte seu aroma. coloque 20 ml de suco de limão, e mexa , a sua acidez irá ajudar a dissolver o açúcar, acrescente gelo no copo e uma dose de run branco (50 ml). coloque um galho de hortelã no copo para enfeitar e finalize colocando água com gás quase completando o copo e mexa.
gente, é muito gostoso! quem não gostar da água com gás, pode substituir por h20 ou até mesmo soda, mas fica mais doce.
outra dica muito boa é adicionar uns cinco morangos frescos junto com as folhas de hortelã, com o mesmo procedimento. olha que maximo este link com varias sugestão de mojito.

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adriana cymes |
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18 de novembro de 2009 às 12:01
melão com vinho do porto
comi esta sobremesa na mesa III, quando ainda trabalhava lá, nossa e faz muuuiito tempo. nunca mais esqueci, é um luxo, os sabores combinam e é super simples de preparar.
o grande segredo é fazer as bolinhas muito bem feitas (com ajuda de um mini boleador, que se encontra em qualquer loja de cozinha) e claro, neste calor, servir bem geladinho.
modo de preparar
escolha um melão cantaloupe bem cheiroso, faça as bolinhas, se ele não estiver muito doce, você pode acrescentar um pouquinho de açúcar de confeiteiro ao vinho. eu lembro que a aninha soares - chef da mesa III - usou esse truque na época. coloque as bolinhas em um copo e regue com o vinho do porto, simples assim. quem quiser pode colocar amêndoas laminadas para dar uma crocância, ou folinhas de hortelã picadas para dar um ar mais fresh, não pique demais, se não as folhas oxidam.

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adriana cymes |
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16 de novembro de 2009 às 9:57
o quiabo veste prada
*gente, a partir de hoje, a minha prima paty escreve toda semana aqui comigo no charme da gula. ela é jornalista, adora pesquisar gastronomia - principalmente brasileira - gosta de comer bem e tem sempre dicas boas para dar. espero que gostem. beijos!
o quiabo veste prada
por patricia moll novaes
toda vez que o hortifruti está com uma propaganda nova no rio de janeiro, eu não me aguento e literalmente chorooo de tanto rir. o hortifruti nada mais é que uma quitanda meio “chique”, uma onda que também está invadindo são paulo. eles estão completando 20 anos e são poderosos, possuem muitas lojas em todo estado do rio e também do espírito santo. foram eles que começaram com esta moda dos hortifrutis bacanas, que nada lembram os sacolões de antigamente. aqui eu frequento bastante um perto da minha casa, na mourato coelho, que chama pomar e é incrível: tem sempre verduras e frutas super frescas, muita variedade e um preço bem bom.
mas o que eu ia falar mesmo é sobre a campanha publicitária deles, que é famosíssima e muito divertida. a mais conhecida, chamada hollywood, faz paródias de filmes de sucesso usando as frutas e verduras como estrelas. é sensacional: o quiabo veste prada, e o coentro levou, dois milhos de francisco, o aipo da compadecida e o pepino maluquinho são alguns exemplos. eles se superam, um é melhor que o outro! e no rio esta campanha faz tanto sucesso que está rolando, até o dia 19 de novembro, uma exposição de graça na estação carioca do metrô, no centro, chamada hortifruti: o caminho natural de um sucesso. as pessoas podem rever os outdoors antigos e ainda ir em palestras e assistir a exibição dos comerciais no espaço hortiplex, rs! a mostra faz parte das comemorações dos 20 anos.
alem da campanha dos filmes, eles fizeram a da revista cascas, a revista das estrelas da natureza, uma brincadeira com a caras. frases como “cenoura revela: ralei muito para chegar até aqui” e abobrinha declara: “sempre penso antes de falar”, divertiram muito os fãs. vejam mais no site

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adriana cymes |
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10 de novembro de 2009 às 13:54
focaccia de ricota com queijo de cabra e lingüiça especial curada
adoro essa receita, principalmente porque é fácil, super rola fazer em casa pra receber os amigos. o mais importante é preparar na véspera. a focaccia é bem charmosa, sugiro servir com salada.
focaccia de ricota com queijo de cabra e lingüiça especial curada
massa
600 g de farinha de trigo
360 ml de leite
50 g de manteiga
2 colheres de sopa de Azeite
90 g de açúcar
36 g de fermento biológico
6 g de sal
modo de preparar
derreta a manteiga. amorne o leite (cuidado para não esquentar demais o leite e inutilizar o fermento), dissolva nele o fermento e o açúcar e junte a manteiga e o azeite.
misture a farinha com o sal (se quiser tem um pulo da gata, podemos usar ½ pacotinho de melhorador de pão que se vende em supermercado).
misture a farinha com o fermento e solva bem até a massa desgrudar da mesa e ficar bem elástica e com o glúten ativado. deixe descansar por 30 minutos antes de rechear.
recheio
1 kg de ricota de excelente qualidade bem cremosa, pode ser também ricota de búfala
250 g de lingüiça calabresa bem curada e durinha (as vezes se acha em mercado municipais)
2 ovos inteiros
1 colher se sopa de tomilho fresco
300 g de chevré
½ xic de manjericão branqueado
sal pitadinha
pimenta pitadinha
modo de preparo
corte a lingüiça em rodelinhas finas e reserve.
passe a ricota por uma peneira não muito fina ou no espremedor de batata, acrescente todos os outros ingredientes e misture bem. acerte os temperos.
divida a massa ao meio, abra bem fininha com o rolo de macarrão, forre o fundo de uma assadeira numero 2, coloque o recheio e cubra a focaccia com a outra metade da massa. corte com ajuda de uma tesoura a massa, deixando as bordas muito grandes. passe o rolo de macarrão bem nas bordas com bastante pressão para fechar a focaccia.
pincele com azeite e asse em forno a 200 graus. a focaccia deve assar bem, principalmente em baixo onde a massa pode ficar úmida por causa do recheio.

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adriana cymes |
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6 de novembro de 2009 às 11:12
a cidade das padarias
*gente, a partir de hoje, a minha prima paty escreve toda sexta-feira aqui comigo no charme da gula. ela é jornalista, adora pesquisar gastronomia - principalmente brasileira - gosta de comer bem e tem sempre dicas boas para dar. espero que gostem. beijos!
a cidade das padarias
por patricia moll novaes
a minha refeição preferida é o café da manhã disparado. acho que é porque gosto muito de café e porque sempre acordo tranquila e com menos ansiedade. eu sempre tomei café da manhã em casa porque nunca tive uma boa padaria por perto, mas agora estou morando num prédio praticamente colado a uma padaria letícia, e cheguei à conclusão que lá tem o melhor café da manhã de são paulo. perigoso…..
eu adoro pão francês mas para segurar um pouco a “xuxa” resolvi procurar um pão mais saudável. experimentei alguns outros e descobri um perfeito, o pão francês de fibras light. ele é branquinho mas tem um monte de fibras, então alimenta mais, você demora o dobro para comer e sai totalmente saciado. amo pedir um pão desses na chapa e uma média com leite desnatado. às vezes peço uma porçãozinha de requeijão, que vem em temperatura ambiente, bem molinho, fica incrível. nem parece o mesmo requeijão da minha geladeira, rs. quando estou mais “gorda-louca”, como diria a prima, peço uma bisnaga na chapa, mas essa é uma extravagância para dias especiais.

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adriana cymes |
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5 de novembro de 2009 às 15:10
baunilha boa
adoro baunilha e me canta saber que ela é fava de uma orquídea. a baunilha surgiu no méxico e só era possível a polinização através de uma única espécie de abelha, hoje em dia o homem já faz esse processo artificialmente.
há vários lugares no mundo onde se planta a flor - bahia, america central, índia, indonésia e taiti são alguns exemplos. a minha predileta é a bourbon de madagascar, menos perfumada, mas com um arôma crescente na boca (tem pra vender nos melhores supermercados). fica ótimo quando usada com leite - sorvetes, creme anglaise e crème brûlée. uma boa baunilha faz toda a diferença na sua receita.

vejam as imagens da flor, da fava verde no pé e já seca no sol, seu extrato. não são lindas?

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adriana cymes |
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23 de outubro de 2009 às 15:51
o verdadeiro açai e o melhor sorvete do norte
conversando com meus novos amigos belenenses e lá no próprio ver-o-peso, descobri que o açaí está presente na refeição típica de todos os caboclos. eles deixam uma tigelinha do lado do prato ou fazem uma espécie de pirão com farinha e comem com peixe e até com carne seca. uma garfada de peixe, outra de açaí, uma de feijão, outra de açaí…. e assim por diante.
o açaí é um coquinho que, ao ficar de molho, solta uma parte roxa, que depois de amassada e peneirada, vira a polpa que conhecemos. no interior, quase todo mundo tem uma máquina própria para tirar a polpa do açaí, uma espécie de liquidificador com um eixo e uma peneira que, ao lado, tem uma gavetinha que depois de bater, armazena o caroço.
na capital, as pessoas compram a polpa pronta, já ensacada. e lá, açaí é sobremesa! eles comem com muito açúcar e cobertoooo de farinha de tapioca, aquela que parece bolinhas brancas, a pipoquinha paraense. assim ou em forma de sorvete, só! a cairu é a sorveteria mais famosa de belém, com 40 anos de vida. ela está para o pará assim como a sorveteria da ribeira está para salvador, ou a itália para o rio. é um sucesso, as casas estão sempre com filas, são 14 lojas e, para a minha surpresa, os sabores regionais são que mais vendem!!! açaí, tapioca, cupuaçu, bacuri, taperebá, etc. o que eu maissssss gostei, disparado, foi o paraense, de açaí com tapioca. incrível porque vem com as bolinhas de tapioca dentro, meio crocante, captou?
há quase quinze anos abriu uma outra sorveteria em belém, a ice bode! o bode, apelido do jorge expedito paiva de oliveira, era genro do dono da cairu, e responsável pelas receitas. aí, quando ele se separou, abriu a própria loja, com a ajuda do seu filho, o bodinho, rsrs! os sorvetes são tão bons e as casas ficam tão cheias quanto a concorrente.

nós tomamos muitas vezes esse sorvete na viagem. inclusive, ele foi servido no tão tradicional e esperado almoço do círio. percebi que a família ficou super feliz ao ver a sobremesa! e eu aqui, fui ficando preocupada em não encontrar minhas novas paixões na volta para são paulo. só para variar, porque sempre volto das minhas viagens com vícios impossíveis…
mas tenho uma boa notícia! os sorvete cairu são vendidos na feira moderna, na vila madalena. e no rio, no tacacá do norte, no flamengo, e na academia da cachaça, no leblon ou na barra da tijuca – lá só vende o de tapioca. ah, picolé não tem a mesma graça, procure o de massa! no rio eu ainda não provei, mas por aqui já vou avisando, não é tão cremoso, parece sempre que está meio congelado. de qualquer jeito, é uma notícia incrível para quem quer lembrar um pouquinho do norte do país!
Tags: academia da cachaça, feira moderna, ice bode, sorveteria cairu
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adriana cymes |
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21 de outubro de 2009 às 11:08
ver-o-peso
cheguei tão ansiosa no mercado ver-o-peso que não sabia se olhava ou fotografava, curtia ou filmava. eram tantas imagens impressionantes, cada figura, a maravilhosa vista para a baia de guajará, o carimbo e o forró eletrônico tocando ao mesmo tempo, um monte de gente me oferecendo todo tipo de coisa… frutas de todas as cores e tamanhos, verduras, farinhas, pimentas, garrafas de tucupi, castanhas, plantas, flores, artesanato e até galinhas.
muita emoção e informação. o ver-o-peso é um verdadeiro complexo com mais de 2.000 barracas a céu aberto e inclui o mercado de peixes, o mercado de carnes e a feira do açaí. ele foi construído em 1614 (!) e é tombado pelo patrimônio histórico. fomos bem cedinho, mas o certo é ir de madrugada mesmo, para ver a chegada dos peixes e do açaí. eu provei algumas frutas locais, como o jambo e o jambinho rosa, e fui logo proibida de tentar compará-las com outras que eu já conheço, rs!
o nosso café da manhã foi tapioca de queijo com suco de bacuri, que eu achei bem mais gostoso que o de cupuaçu. por pouco não provei o peixe frito com açaí que eles comem lá. esse é o jeito que os caboclos – como eles chamam a população amazônica - comem o açaí, sem açúcar (guaraná nem pensar, isso é coisa inventada aqui), e com peixe frito. as vezes com outros acompanhamentos também, como macarrão e salada, e sempre com muita farinha. olha, tinha tanta gente comendo isso que eu fiquei bem tentada, mas ainda eram 9 horas…

comprei pimentas-de-cheiro, farinha de mandioca, farinha de tapioca que é difícil de encontrar por aqui, e muitos bombons de cupuaçu e de bacuri para levar de presente. e tenho uma dica bacana para dar aqui: a joanna, simpática filha do prestigiado chef paulo martins, do restaurante lá em casa, acabou de abrir um empório de produtos amazônicos online, o amazônia empório, que vende para o brasil inteiro. e não é só comida, tem cerâmica, bijuterias, cosméticos e etc.
Tags: amazônia empório, mercado ver-o-peso, paulo martins, restaurante lá em casa
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adriana cymes |
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19 de outubro de 2009 às 13:05
centro da culinária amazônica
pessoal, to de férias essa semana! por isso, convidei minha prima paty moll novaes, jornalista que trabalha com gastronomia, para escrever sobre sua viagem para belém do pará, cidade considerada o principal centro da gastronomia da amazônia. espero que gostem! beijos!!!!
olá! vou contar para vocês como foi a minha incrível experiência em belém do pará, de onde acabo de voltar. conhecer esta cidade era um sonho antigo, e eu não só o realizei como fui na época mais importante do calendário local: o círio de nazaré. celebrado desde 1793 e considerado o natal dos paraenses, patrimônio imaterial e cultural do brasil, esta é a maior procissão do mundo e reúne cerca de 2 milhões de católicos para homenagear a santa padroeira do estado, a nossa senhora de nazaré, ou naza, nazinha ou santinha, para os mais íntimos. É uma fé inimaginável! a festa é realizada no segundo domingo de outubro e, como desta vez caiu em um feriado, consegui ir, com uma tia um pouco distante, mas muito querida que nasceu lá e mora em São Paulo há muitos anos.
diversos festejos antecedem a procissão, entre elas missas e outras romarias, como a comovente romaria fluvial, na qual a imagem da santa é levada, na baia de guajará, do porto de icoaraci ao porto de belém, seguida por centenas de barcos e, hoje em dia, até lanchas e jet skis, acreditam? o cortejo principal acontece no domingo de manhazinha e a nossa senhora vai da catedral metropolitana à basílica de nazaré. círio significa uma grande vela que muitos promesseiros e fiéis carregam no percurso. após o cortejo, um grande almoço é realizado nas casas das famílias e são servidos os pratos mais típicos da culinária paraense. na casa que eu fui, o cardápio era pato no tucupi, maniçoba e vatapá, sempre com arroz e farinha. de sobremesa, minhas duas mais novas paixões, sorvete de açaí e tapioca.
o pato no tucupi é um prato muito tradicional da culinária local, no qual o pato é cozido em um caldo feito com o tucupi, líquido amarelo extraído da mandioca brava que precisa ser fervido por dias até perder o seu veneno, e o jambu, aquela verdura que causa dormência na língua. os paranses são ta-ra-dos por este prato, que não foi meu preferido, mas achei bem gostoso. a maniçoba é uma espécie de feijoada preparada coma maniva moída no lugar do feijão. maniva é a folha da mandioca brava, que também precisa ser fervida por dias até perder seu veneno. este eu gostei muito mesmo, mas é tão forte que tem que comer só um pouquinho. o vatapá paraense é diferente do baiano, não leva peixe, castanha de caju nem amendoim, apenas camarão seco, leite de coco e dendê. mas o meu eleito predileto da viagem foi o pirarucu de casaca, feito com este peixe amazônico, farofa molhada com vinagrete e leite de coco, coberto com banana frita, um escândaloooo! depois desta comilança, eu quase não consegui mais socializar e pedi discretamente a chave da casa para a minha tia, e capotei nada menos que 4 horas seguidas. é, deu para entender porque os paraenses fazem a tradicional siesta depois do almoço. a comida é sensacional, mas forte, forte… no próximo post vou contar como foi a minha visita ao famoso e sensacional ver-o-peso, o mercadão de lá, um dos maiores mercados da américa latina, que eu estava super ansiosa para conhecer!

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adriana cymes |
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14 de outubro de 2009 às 0:25
cozinha pop
realmente jamie oliver é super mega pop, olha que graça essa linha jeans que o chef lançou - para deixar as cozinhas mais despojadas. o avental é lindo, a luva térmica é ótima, eu tenho, e agora estou afim do jogos americano, achei um amor.


para comprar, entre no site da importadora ou no da doral .
Tags: jamie oliver
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adriana cymes |
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6 de outubro de 2009 às 20:07
bistrot em pinheiros
fui conhecer o le french bazar, novo bistrô que acabou de inaugurar aqui na fradique com a artur de azevedo, pertinho do buffet, em pinheiros. estava tudo tão gostoso no jantar com o gaton, que depois eu voltei lá com a turma para almoçar! bom, com certeza lá vai virar point no bairro.
eles seguem a regra dos bistrôs parisienses de porções generosas a preços justos. no cardápio, dois chefes que dividem a cozinha dudu borger e o beto tempe – apresentam pratos clássicos franceses e também algumas novidades criadas por eles. eu fui no steak tartar, uma opção mais que tradicional, estava muito gosto. o atum semi grelhado com tagliatelle de pupunha e favas verdes da minha prima, e estava com uma cara ótima, a karina, uma das proprietarias que atende cada cliente na porta com sua simpatia, me falou que tem feito muito sucesso também a salada de camembert quente em crosta crocante de mel trufado.
a casa é super charmosa. tem toldo azul marinho e mesinhas na calçada, papel de parede florido, chão de azulejos antigos, uma graça!
uma coisa bacana que eles fizeram foi deixar todo o cardápio já com a indicação de qual vinho harmoniza com cada prato. e eles têm uma adega recheada! são uns 60 rótulos e metade deles são servidos em taça, adorei.

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adriana cymes |
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25 de setembro de 2009 às 12:11
dica para o final de semana, piquenique do friccò
aí vai uma dica de passeio para os gourmets de plantão que gostam de sair de são paulo nos fins de semana. no sábado, dia 26 de setembro, acontece a próxima edição do projeto piquenique do friccò do chef sauro scarabotta, que é um conhecedor da cozinha italiana.
sauro criou este projeto para proporcionar um dia especial e reconectar o consumidor com a terra. o passeio sempre leva a alguma produção no interior, esse agora será em mogi das cruzes, num cultivo de cogumelos shiitake. quem for neste dia vai conhecer duas formas de produção de cogumelos, poderá colhê-los e, por fim, degustar um menu composto pelo ingrediente, em várias versões, preparado pela brigada do restaurante friccò. humm! além da comida, vinhos de boa procedência e música ao vivo vão animar o passeio. e fora que eu adoro piqueniques, nada mais charmoso, não é? O tel do friccò é 5084-0480.
aqui tem fotinho do pic-nic anterior

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adriana cymes |
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Eu sou chef do Buffet arroz de festa e amo muito cozinhar, principalmente para os meus amigos . nesta coluna irei trazer pra vocês produtos bacanas que podem dar um toque inusitado nos pratos, receitas, dica de lugares para comer e, é claro, os “pulos da gata” que fazem sempre toda a diferença nas comidinhas.








