se você é bege
já falei muito em cores, como usar, o que representa cada uma… mas tenho que admitir que muitas pessoas não sabem ou não gostam de casas coloridas. para quem tem convicção de que não pode conviver com cores, ou sabe que gosta mesmo é dos tons neutros, seguem algumas sugestões:
- lembre-se de que neutros não são só brancos e crus, mas toda a gama de marfim, linho, kakhi, gêlo, beige, areia, palha, cinzas, etc…

- misturar uma variedade de materiais e texturas nos mesmos tons torna o ambiente mais interessante. use madeira, laca, metal e vidro com tecidos naturais. um perfeito equilíbrio de materiais faz as melhores decorações.
- brinque com os opostos. quando tiver um piso com brilho, use tecidos com tramas foscas, se tem tapetes sem brilho, coloque brilho nos tecidos como veludos e sedas.

- busque inspirações na natureza. use conchas, pedras, ossos e objetos inesperados como ramos de algodão, galhos e troncos de madeira, com formas bonitas, encontradas ao acaso, como peças decorativas.
- texturas devem ser usadas no lugar de cores num esquema monocromático. No lugar de toques de cores nos acessórios, use tecidos, brilhos e tramas diferentes como sedas, linhos, tweeds, veludos, damascos, algodões…tudo nos mesmos tons.

- paredes são ótimas para brincar com texturas. podem ser laqueadas, ou texturizadas com pinturas, forradas com tecidos como sedas e linhos ou ainda com pápeis de parede que imitam palhas, sedas rusticas, adamascados ou estampas monocromáticas.
-iluminação é crucial em qualquer ambiente. numa decoração tom sobre tom, com diversos brilhos e texturas, ela deve refletir em uns e criar sombras interessantes em outros. Invista numa boa iluminação.
-assim como no uso de cores, texturas devem ser usadas sem exagero. saber aonde começar é importante, mas o mais importante é saber quando parar. aliás isto se aplica a tudo!
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regina strumpf |
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1 de novembro de 2009 às 11:54
olafur eliasson
a primeira vez que eu vi um projeto do olafur , foi o sol de luzes artificiais, instalado dentro do grande hall do tate modern, em londres. achei o máximo, super inglês. um povo que adora falar do tempo, faz concurso dos melhores jardins, mas vivem num pais em que 60% do ano, o céu é cinza, instalar um sol gigante tem tudo a ver…ao mesmo tempo criei uma fantasia de que ele era alemão, baixo, gordo e careca, sei lá por que, achei que o nome era de velho!
grande engano, ele é dinamarquês, tem 42 anos, magro e é bonitinho…nem sabia direito quem ele era. minha amiga raquel kogan foi quem primeiro me falou dele: ” o primeiro contato que tive com a obra do olafur, foi atraves de um texto crítico, por incrível que isso pareça. fiquei fascinada pela descrição e conceituação ali contidas. e fui a caça dos trabalhos. aí foi paixão total, pelo trabalho, pela pesquisa, a diversidade de mídias. e essa é a sua caracteristica, para mim, mais fascinante: o experimento, a pesquisa, a coragem de”.(raquel kogan)

olafur eliasson no tate modern - the weather project 2004
o projeto do sol no tate faz parte do the weather project ( 2004). o eliasson é hoje um dos mais importantes nomes da arte comtemporânea, suas obras e instalações são como um laboratório para pensar, sentir e perceber como nos relacionamos com a natureza.
o ano passado fez a instalação the new york city waterfalls, literalmente instalou uma cachoeira embaixo da ponte do brooklin. maravilhoso! quem viu pirou. (eu não vi, snif, snif) sua ultima instalação foi inaugurada agora em outubro, no instituto inhotim, minas gerais. viu só, nós também temos…

olafur eliasson- em cima- nyc waterfalls, de dia e de noite,embaixo da ponte do brooklin. olafur o próprio. no moma em ny ano passado. um grande espelho concavo. pavilhão em inhotim.
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regina strumpf |
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21 de outubro de 2009 às 16:17
ópera&arte
para quem ama ópera, para quem ama arte ou para quem ama “couture” , a new york city opera, enquanto se prepara para a nova estação de óperas, está expondo alguns de seus figurinos, que representam anos e anos de história, ficção, dramas e romances.
nos últimos meses, para marcar a grande renovação em sua casa, o lincoln center, deu carta branca à artista e.v.day para a instalação temporária de 13 figurinos , de óperas famosas, no grande pé direito da “promenade” do nyco.

new york city opera - convite da exposição com o vestido de "carmem" de bizet
artista conhecida por transformar roupas em esculturas, day descreveu seu trabalho como; “pinturas futuristas abstratas em tres dimensões” . ela faz uma leitura de como as roupas podem impor e definir um comportamento social, principalmente nas mulheres. um bom exemplo foram suas instalações anteriores; bridal fight e bombshell

new york city opera - vista geral da exposição
ao som das óperas os vestidos maravilhosos de “carmen” de bizet, mimi de “la bohème”, violetta de “la traviata” …são suspensos por milhares de metros de linha de pescador , como todos os trabalhos da artista, presos aos vestidos por meio de ganchos especiais em circulos no ar. assim eles ganham vida, só que com pessoas invisíveis.

nyco- algumas cenas da montagem da exposição
a exposição abre no dia 6 de novembro e fica até o final da estação de óperas no final da primavera.
os vestidos são couture, feitos a mão, bordados intricados, contas minúsculas , nada é colado, detalhes que passam despercebidos mas que podem ser considerados arte. e.v. day disse sobre a exposição:“o que me ajudou a dar novas formas a estes figurinos, foram todas as evidências de vida que achei dentro deles: as múltiplas alterações, marcas de suor, manchas nas barras de arrastar estas peças através do palco tantas vezes, de maquiagem nos colarinhos e decotes e camadas de etiquetas costuradas dentro dizendo por quem e quando foram feitos, quem usou, a produção, palcos onde foram usados…eu quis reanimar estas vidas”.

"bride fight" instalação de dois vestidos de noiva suspensos numa briga. pelo vestido ou pelo noivo!

instalação de e.v.day no whitney na bienal de 2001- réplica do vestido branco de marylin monroe em "seven years itch".
dá para se encantar pela beleza e criação até para quem não se liga muito em óperas, como eu. desculpem a falta de cultura. tem uma ópera que é especial para mim, “carmina burana” de carl off, que eu ouvia muito em casa por ser uma das favoritas do meu querido pai.
Tags: bombshell, bride fight, carmen de bizet, couture, e.v. day, exploding couture, figurinos de óperas, la bohème, la traviatta, lincoln center, new york city ópera, whitney museum
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regina strumpf |
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13 de outubro de 2009 às 21:08
rosenbaum: suécia no nordeste
marcelo rosenbaum, um querido, alto astral e talentoso arquiteto, conseguiu o prodígio de criar uma coleção, exclusiva para micasa, com essência brasileira, sem usar palha, indio, samba ou futebol… com qualidade de móvel sueco.
experimenta passar passar a mão no móvel, parece seda de bem acabado… aliás no lançamento me disseram que é a mesma industria que fabrica algumas linhas da ikea, a tok&stok sueca.
a linha se chama caruaru e mistura elementos da feira de caruaru, tradição pernambucana, com literatura de cordel. pinus clarinho, dos móveis clássicos noruegueses e suecos, com as cores do agreste. as cores e os nomes são ótimos; amarelo sol do agreste, azul céu do agreste, cinza guará, verde mandacaru, preto carcará ou laranja caju.
tem que pronunciar com sotaque!

coleção caruaru para micasa: estante, monte como quiser, cadeira amarelo sol do agreste, armário azul céu do agreste, poltrona e puff, buffet branco.
a coleção tem 18 itens: mesas, poltronas, banco, cadeira, raque, estante, bufê, armário e até cabide e lanterna de chão (luminária). alguns podem ser estampados com as xilogravuras exclusivas de j. borges, mestre na ilustração da literatura de cordel, também criador do logotipo caruaru.
adorei! para uma casa jovem, moderna, casa de praia e até misturado com irreverência num ambiente minimalista.
palmas para o marcelo e para o hussein, da micasa, que vem acreditando no design brasileiro.
Tags: feira de caruaru, ikea, j. borges, literatura de cordel, marcelo rosenbaum, micasa, móveis suecos
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regina strumpf |
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12 de outubro de 2009 às 17:23
seja simples
simplicidade é a palavra do momento, que todos devem adotar na vida. a questão do aquecimento global veio para ficar e com isto uma mudança radical nos hábitos, o que inclui uma redução no consumo e quanto vamos conseguir simplificar a nossa vida.
mesmo o mercado de luxo, do luxo óbvio, está numa direção mais discreta, se preocupando com a não ostentação. nada mais de “bling, bling”, temos de cair na real cada vez mais de que desperdício e ostentação vão na contracorrente da sustentabilidade, e que tem tudo a ver com simplificar.
a maneira mais fácil de simplificar é reduzindo; quando estiver em duvida, exclua. você pode aplicar esta frase em tudo! roupa, maquiagem, acessórios, decoração, relacionamentos…
isto não tem nada a ver com transformar a vida numa chatice sem fim, sem os supérfluos gostosos que dão graça a tudo, mas começar a tomar consciência de que grandes mudanças vêm pela frente. E para mostrar que simples é chic e bonito seguem um arquiteto e um matemático e designer que aplicam simplicidade e beleza como princípios:
shigeru ban: o arquiteto japonês que criou, entre outros grandes projetos, o “nomadic museum” um espaço de exposições nômade com 4 500m2. composto de 148 containers de aço coloridos, reciclados e reaproveitados como paredes, 1 milhão de papel de sacos de chá transformados em cortinas feitas à mão que descem de uma altura de 12m e tubos de papelão como teto e colunas. desenhado para ser facilmente montado e desmontado, o prédio foi montado a primeira vez no píer 54 em NY, de lá viajou para los angeles, beijing e paris.
“eu espero que o nomadic museum proporcione uma experiência inesquecível, demonstrando um conceito unico em arquitetura e sustentabilidade”.
shigeru ban é o lider do think , um dos times de arquitetos que apresentou propostas para o novo world trade center. seu projeto de duas torres conectadas, feitas de estrutura geométrica de aço, foi um dos dois finalistas. é um mestre em pesquisa de uso de materiais simples como bambu, papel arroz, tubos de papelão e novos materiais compostos de papéis com plástico.

no sentido horário. alguns dos meus favoritos de sb: nomadic museum 2006, pavilhão do japão em hannover 2000, pavilhão da artek na feira de milão em 2007, paper church no japão 2008.
john maeda: professor, matemático e designer na MIT tem um programa experimental de pesquisas, em conjunto com a phillips, chamado simplicity, focado em desenvolver tecnologias que sejam simples de entender, fáceis de usar e agradáveis. lançou um livro , em 2006, que é um sucesso que se chama “the laws of simplicity”. para ele grandes exemplos de simplicidade é a marca muji e o i pod.

simplicidade por john maeda: logo de seu livro, loja muji, i-pod da apple.
deixo a frase de john maeda para pensar:
“Simplicidade é sobre subtrair o óbvio, e adicionar o significativo, o essencial”.
Tags: feira de milão, i-pod, john maeda, laws of simplicity, mit, muji, nomadic museum, paper church, pavilão do japão em hannover, pavilhao artek, phillips, shigueru ban, simplicidade, sustentabilidade
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regina strumpf |
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1 de outubro de 2009 às 16:53
casa paraty
casa paraty, capa da última casa vogue, do cool, elegante e chic marcio kogan, que faturou mais um premio internacinal. desta vez, em berlim, na categoria melhor casa.
quer mais!? talvez sol, sombra e água fresca nesta maravilhosa praia em paraty, de um jovem casal de colecionadores de móveis brasileiros da década de 60, praticamente privada – com acesso somente por barco.

vista da casa chegando na praia. fachada principal com as chaises coloridas
preocupados em preservar a mata atlântica, que você ve atrás da casa, doaram o morro, para que se torne patrimônio nacional e que não poderá ser mexida.
apesar de gostar da energia, do caos e da vida multi cultural de cidades como sp, marcio fez uma casa de praia com materiais locais e naturais, de uma simplicidade difícil de conseguir. duas “gavetas” sobrepostas ligadas por uma escada, cheias de aberturas por onde entram sol, luz e a mata. em breve, ela será inteiramente engolida pela natureza.

o living com os móveis da coleção do casal. vista do deck de frente para o mar.
gil fialho, paisagista, disse que seu maior trabalho foi tomar conta para que o que existisse não fosse destruído e apenas completar o que faltava da mata.
parabéns as equipes do marcio e gil. apreciem sem moderação!

já que eu sou do tipo vampiro, não aguento sol, esta é a minha imagem predileta, até me vejo deitada, lendo, tomando agua de coco...
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regina strumpf |
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25 de setembro de 2009 às 15:17
lacrime del pescatore
ingo maurer, o genio da iluminação, mais uma vez surpreendeu na ultima euroluce, durante a feira de milão 2009, com sua instalação ”lacrime del pescatore”.
Ela sugere uma rede de pescador jogada no mar vista por baixo da água com o sol iluminando as gotas de água.

instalação de ingo maurer na última euroluce: "lacrime del pescatore"
a luminária, ispirada nos pescadores venezianos do gran canale, é composta de 3 camadas de redes de nylon, cada uma num tamanho diferente, incrustadas com mais de 350 cristais que refletem luz com as mínimas lâmpadas leds projetadas sobre eles.

detalhes das redes com os cristais.
Parece um sonho, uma sala de jantar com este lustre, não precisa mais nada…eu usaria!
e para quem como eu acredita, como eu, que moda/design/decor andam juntos, vejam o vestido da prada da ultima coleção primavera/verão 2010. lindo vestido todo de cristais…tudo a ver, né!

luminária do ingo maurer x vestido prada col. 2010.
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regina strumpf |
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20 de setembro de 2009 às 21:14
na companhia dos objetos
desde a sp artes na bienal onde o que eu mais gostei foram as fotografias, tenho visto ótimas exposições; a de chris marker no mis, “staring back”, que me impressionou muito. o fotógrafo francês, super recluso, raramente dá entrevistas, que também é diretor de cinema e escritor traz retratos marcantes. fica até outubro.
no instituto moreira salles as fotos das pessoas admirando obras no museu do louvre, em paris, ” o louvre e seus visitantes” do brasileiro alécio de andrade, (1938-2003) com um toque de voyerismo, muito boa. esta já acabou mas agora estão com uma retrospectiva do otto stupakoff, com 70 obras do fotógrafo. a mostra é uma homenagem ao trabalho do paulistano falecido dia 22 de abril deste ano, e uma oportunidade para os paulistanos admirarem a obra do artista, considerado um dos grandes fotógrafos de moda no país.
em setembro teve a sp fotos só de galerias com muitos fotógrafos consagrados como otto stupakoff, thomaz farkas, claudia jaguaribe, vik muniz, eliott erwitt (ótimo…), miguel rio branco, mario cravo neto, albano afonso, felipe segall, caio reisewitz, rochelle costi (gostei muito…) , j.r.duran, cristiano mascaro, daniel senise, luzia simons, (adorei…) pierre verger, thiago rocha pitta, lenora de barros, luiz braga… entre muitos outros… muita gente boa.
mas quero falar de uma garota nova, 23 anos, estudante da faap, a flavia junqueira, da galeria baró cruz. adorei, adorei o trabalho dela; jovem, original, pessoal, caótico, intenso… foram algumas das emoções que seu trabalho me transmitiu.
vejam algumas de suas fotos, a maioria feitas na casa dela, como ela mesmo contou. (coitada da mãe dela).

esta série "na companhia dos objetos" é feita em diferentes ambientes da casa. aqui a cozinha...

...biblioteca, quarto e banheiro da mesma série.
e as minhas favoritas, sorry, eu sou romântica…

flavia entre as flores...
e para terminar não percam o meste cartier bresson no sesc pinheiros. bye, bye
Tags: flavia junqueira, fotografia, galeria baró cruz, instituto moreira salles, sp artes fotos
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regina strumpf |
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16 de setembro de 2009 às 19:54
objetos únicos
eu e minhas amigas somos fãs do antonio desde que ele lançou o brinco raio que era para ser usado um só. foi um sucesso danado. naquele tempo (não vou dizer quanto) não tinha loja dele aqui em sp e faziamos pequenas reuniões aonde a hanny, irmã do antonio, vinha com uma mala especialíssima, nos mostrar suas jóias, já maravilhosas desde sempre.
depois de anos, lojas e muitos prêmios internacionais, seis vezes o if , o antonio bernardo abriu a exposição dos “objetos experimentais“. é imperdível, a gente não sabe se a jóia inspirou a peça ou a peça inspirou a jóia.

uma geral de parte da exposição

duas das minhas favoritas;air e loop

cobre e prata sobre titânio nas peças penduradas do teto.

objetos de desejo; a jóia inspirou a peça ou a peça inspirou a jóia...
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regina strumpf |
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5 de setembro de 2009 às 20:13
purple reign
última das cores secundárias, o roxo vai dos tons profundos e ricos até os suaves e gentis lilases.
você sabia que roxo:
- era a cor da pompa, cerimônia e status. a cor exclusiva da realeza no império romano, dos bruxos e dos papas.
- os fenicios ( cujo nome phoenicians vem da palavra grega para roxo, phoinis), comercializavam o mais cobiçado corante da época. extraido de um molusco chamado murex, caríssimo, explica por que sómente a realeza podia usar… e os papas…e os bruxos…
- também era a cor favorita de jimi hendrix.
- na época medieval, durante a colheita das uvas, os trabalhadores mergulhavam de corpo inteiro nos tonéis de madeira para aumentar a fermentação do vinho. alguns até morriam afogados. irk!
- cor tanto do respeito quanto da raiva…dá para explicar!
- outras variações; purpura, beringela, uva, ametista e as berries; black, blue, rasp…
- boas combinações: roxo/amarelo; purple/vermelho; uva/verde musgo; beringela/ouro…todas ousadas.

roxo real, para os ousados; quadro de giorgia o´keeffe; mantas suzani iraniana; adoro o sofá aya beringelan da micasa; uma homenagem a matisse, mestre das cores, expondo na pinacoteca, aqui a tela "encounters"; lustre em cristais de ross lovegrave na ultima feira de milão, roxo na poltrona romântica floral e super poderoso na placa de ouro da joalheira/artista suzana alzagury na mostra "unwearable jewels".
- no feng shui os tons mais claros estimulam a criatividade, tem poder de transmitir calma e autoconhecimento. para quem acredita…
- lilás, lavandas, hortências , são suaves e fáceis de conviver. trazem imagens de tranquilida de fantasia e romance.
- os tons mais pastéis aceitam as mais diferentes combinações. o clássico hortência/cru, os bouquets florais lavender/pistache, o mais moderno lilás/prata.
- lavanda é espiritual, ajuda a conectar com um nível mais alto. encoraja a uma nova perspectiva nos problemas emocionais. e deixa a casa com um cheiro delicioso…lavanda, a essência
- se só a cor, a flor ou o cheirinho gostoso não adiantar, compre um lindo anel de ametista, que é a pedra de quem nasceu em fevereiro, que com certeza vai levantar o seu astral.
- a safira violeta ou a tanzanita é a pedra do mes de setembro, aproveite para se presentear.

pode ser mais delicioso esta cobertura de lilases, estes tons suaves ,vão bem tanto em tecidos, como nas paredes ou num tapete. aqui tapetes de madeline weinrib, poltrona da micasa e combinação de tecidos da coleção "amores divinos" da dalutex. e o vestido lavanda mais famoso do cinema usado por julia roberts no" casamento do meu melhor amigo". adoro!
pra terminar, uma das melhores cenas do filme - casamento do meu melhor amigo:
Tags: ametista, dalutex, fenícios, georgio o ´keeffe, hortência, império romanno, jimi hendrix, lavanda, lilás, matisse, micasa, o casamento do meu melhor amigo, papas, purpura, ross love, roxo, suzana alzugary, tanzanita
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28 de agosto de 2009 às 12:17
500 cores
eu tenho alguns toc`s (transtornos obsessivos compulsivos) não se assustem, não sou serial killer, nem louca… aliás todos nós temos um pouco. pensem bem, vocês nunca andaram nas ruas sem pisar nas linhas? nunca contaram degrau? nunca lavaram a mão sem necessidade? viu só, estes são uns toc`s lights. podem confessar o de vocês.
um dos meus é arrumar caixa de lápis de cor em escala, do amarelinho até o preto, ou como arco iris, ou separando em tons pastéis, fortes e escuros. dá para ver que eu adoro cores, né.
Aí vi este site que vende 500 cores de lápis de cor!!! aí que eu vou pirar mesmo.

500 cores para escolher...
o melhor são os nomes que os americanos dão para cores: mermaid gown, mild curry, cantaloupe, lemon drop. eu adorei o bordô que se chama tragedy, o frog pond e o arizona sunset.

os nomes são ótimos!
Pelo menos umas 200 eu preciso…
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regina strumpf |
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18 de agosto de 2009 às 21:30
campanha: vista a parede da sua casa
acho incrível quando vejo uma casa com paredes nuas, sem quadros, posters, desenhos, fotos, nada! nem é uma questão de grana por que existem muitas alternativas com preços ótimos.
por exemplo, para quem tem pouco dinheiro: posters, adesivos, grafites…
posters: a urban arts é um espaço virtual criado para divulgar e comercializar trabalhos desenvolvidos por artistas, ilustradores e designer com inspiração pop. outra boa dica são as lojinhas de museus que vendem os posters das exposições.

alguns dos artistas da urban arts:zupi, guilherme henrique, add e elisa sassi
grafites: na galeria choque cultural pode encontrar trabalhos de jovens grafiteiros. eu gostei muito, na exposição caligrafias, da sala da mariana martins- diplomas. se você tem um amigo grafiteiro, melhor ainda, peça que ele pinte a sua parede. eu gostaria de ter um do grafiteiro inglês bansky… metida, né!

choque cultural:ripo, zezão e mariana martins

que maravilha ter uma parede grafitada pelo banksy
adesivos: eu sei, eu sei, você está cansado de adesivos. mas os da dona rosa – duas francesas que foram as primeiras a lançar adesivos para paredes – continuam sendo originais e com uma grande gama de cores, incluindo pratas e ouros.

dona rosa: que tal uma parede só com árvores, de cima a baixo.
com um pouco mais de grana:
papel de parede: a marca de papel eijffinger me entusiasmou pela variedade e criatividade dos papéis, eles tem painéis com temas diferentes, imitando pratos nas paredes ou como um painel de postais diversos, desenhos enormes para quartos de crianças… só vendo. para quem pode os painéis da francesa zuber, maravilhosos, que faz painéis com paisagens que dão a volta numa sala inteira.

papel da eijfinger, quarto do hotel mondrian, painel da zuber. para ver como uma forração impactante dispensa outros elementos
para quem pode, fotos: tem para todos os gostos, variedade, branco e preto, coloridas. este fim de semana fui no mis ver a exposição “staring back” do chris marker, um fotógrafo francês e adorei seus retratos, com olhares tão expressivos! o instituto moreira salles, ims, também tem uma boa coleção.
eu adoro também as fotos do tuca reinés e as imagens sensuais do j.r.duran.

fotos da ultima exposição de tuca reinés

fotos do duran: cadernos etíopes, uma paisagem. nem só mulheres são sensuais.
claro que isto nem chega perto do que existe de opções por aí, isto é só uma amostra da campanha “vista a parede de sua casa”. veja a coluna da aninha sobre papéis de parede no minas de ouro.
agora se você tem grana, o céu é o limite, e se quiser adoraria acompanhar e ajudar a escolher!
como dica deixo a exposição do marco mariutti, na galeria monica filgueiras, no próxima dia 20 de agosto. desenhos e aquarelas que eu adoro, e cabem no bolso, com bons preços.
Tags: adesivos, bansky, chris marquer, dona rosa, eijfinger, fotos, grafitte, ims, j.r.duran, marco mariutti, mariana martins, papel de parede, poster, tuca reinnes, urban arts, wallcovering
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regina strumpf |
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arquiteta de formação, trabalho como diretora de criação, desenvolvo linhas de tecidos, móveis e acessórios para decoração. como designer de interiores, crio vitrines, interiores e layout de lojas. além disto faço catálogos, anúncios e sites para marcas. projeto interiores, casas e apartamentos. adoro ler, pesquisar e escrever sobre o que acontece em design e arquitetura e é isso que vou fazer aqui. sou fascinada por tudo que é bonito, criativo e bem humorado!








